sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Eu já nem sei quanto tempo faz. As vezes parece que tudo aconteceu a muito tempo atrás. Outras parece que aconteceu ainda a pouco. Eu não conto o mais o tempo, só sei que você se foi. Já não é mais o meu menino, aquele que me fez tão feliz. Não sei se te quero de volta, não sei se quero que você vá pra sempre. Sou confusa, estou confusa. A razão te manda embora, o coração implora por você. E agora? Quem eu devo obedecer? Depois de tanto tempo sem sonhar, essa noite se tornou uma excessão. Você estava aqui, minha cama não estava fria como de costume e eu fazia um carinho na sua nuca e dizia: "Você é um menino bobo, muito bobo. Mas é meu menino. " E você sussurrava coisas lindas como aquelas que você dizia em nossas sessões de cinema. Fui acordada com aquele despertador, joquei- o contra a parede e agora preciso de um novo. Oras, é só isso? Um sonho! Preciso que você diga que não, que eu preciso me acalmar e que tudo vai ficar bem. Eu espero, você não vem?

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